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Entrevistas / Perfis

Rafaela Mandelli e Rodrigo Santoro em cena de "Reis e Ratos"/Divulgação

26-01-2012 ////////

Rafaela Mandelli

Musa de 'Reis e Ratos', atriz fala sobre sua personagem, a sedutora Amélia Castanho

Prostituta por um breve período, crooner de boate e pivô de um atentado ao presidente. Essas são algumas das credenciais de Amélia Castanho, a musa de “Reis e Ratos”, vivida por Rafaela Mandelli na coprodução Globo Filmes que estreia dia 17 de fevereiro. Nesta entrevista exclusiva, a atriz revela um pouco mais de sua personagem neste bem-humorado romance policial noir e conta que sua caracterização foi inspirada, entre outras, em Audrey Hepburn e Marilyn Monroe.

Assista ao trailer do filme

Quais são as principais características da Amélia Castanho e qual a participação dela na trama de 'Reis e Ratos'?
Amélia é uma mulher independente, romântica e que gosta das boas coisas da vida. Na trama ela é contratada para participar de uma conspiração envolvendo o presidente, usando de artimanhas femininas que ela domina bem.

'Reis e Ratos' tem um elenco de peso, foi pré-produzido e filmado em pouquíssimo tempo, e tem um roteiro bastante original, com referência aos romances policiais 'noir'. O que a participação em um filme como esse pode agregar à sua carreira?
Participar de um filme com um roteiro, elenco, equipe e direção excelentes, com certeza agregam a carreira de qualquer atriz. Nunca tinha feito um trabalho dessa dimensão em tão pouco tempo. A cumplicidade, o profissionalismo, a disponibilidade e a generosidade tornaram tudo possível. Sem dúvida aprendi muito e vou levar comigo esse aprendizado em todos os outros trabalhos.

O figurino e a caracterização de Amélia são elementos que ajudam a contextualizar a trama nos anos 60. A caracterização, bem como a interpretação, são inspiradas em alguma personalidade ou personagem conhecida da época?
Não. Não quis me inspirar numa coisa só pra fazer essa personagem. Na verdade ela é um misto de referências. Na maquiagem e no figurino tem um pouco de Audrey, uma pitada de Marilyn, mas é uma gaúcha que saiu de casa cedo pra tentar ganhar a vida.

É complicado ser dirigida pelo Mauro Lima, seu marido?
Nem um pouco. Sabemos muito bem separar as coisas. Confio muito no trabalho do Mauro e ele no meu, o que faz com que o processo seja de troca, e prazeroso em vez de complicado. Para mim, a cobrança é ainda maior no sentido de provar que estou ali por capacidade e não por outra razão.

Quais são seus próximos projetos?
Estou no meio das filmagens de uma série policial.
 

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